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26 de novembro de 2013

Agora que eu trabalho e sei o que eu quero

Nunca pensei que fosse ser tão bom dizer coisas do tipo "ah, hoje no trabalho", ou "vou levar comida pra o trabalho" ou ainda "tô saindo, vou trabalhar". Tá, é o primeiro passo pra a independência. Sou besta, mas me sinto tão importante. Eu sei que eu não vou pensar assim sempre, é só a emoção do primeiro trabalho, mas estou super feliz assim, então vou aproveitar. E meu horário é ótimo, meus colegas são ótimos, meus superiores são ótimos, é tudo ótimo. Estou tão feliz, nas nuvens.

Tô ansiosa pro futuro já. Acho que já tenho uma noção do que eu quero pro meu futuro, e estou quase certa de que envolve mais um curso superior/curso técnico. Vou terminar adm e depois vou atrás do que eu quero. Como eu nunca vi isso antes na minha frente, jesus. Feliz, feliz, feliz!!!
18 de abril de 2012

Vida de estudante

Hoje tava assistindo aula de estatística, e o professor, provavelmente em resposta a cara de desespero dos alunos pronuncia a singela frase "Quem foi que inventou de vir pra a faculdade?! Agora aguenta as consequências!".
Adorei! E eu que achava que já tava ruim.

18 de dezembro de 2011

Recuperação na faculdade e um professor FDP

Você sabe quando tem um professor FDP quando numa prova aberta, que só continha interpretação de texto, ele dá notas acima de sete para apenas 10% da turma (sendo a maior nota 8). Enfim pessoas, esse foi o meu primeiro professor carrasco da faculdade e eu espero sinceramente não encontrar com ele nunca mais na minha frente. Ele deve ser um solteirão frustrado que mora na casa da mãe, e não tem necessidade de tirar férias, fazendo assim, com que mais da metade da sala vá para a recuperação.
Eu lembro sinceramente da primeira vez que eu fiquei em recuperação, no terceiro trimestre de 2007, na oitava série, em matemática com 6,8. Eu estudei tanto, tanto. Estudei pra tirar dez. Chorei tanto porque eu queria tirar dez, e eu não aceitaria nada abaixo disso. Acabou que eu tirei 9,4 e eu sobrevivi.
Daí então a minha pessoa começou a frequentar algumas recuperações, ocasionalmente. Sempre foi o meu temor, eu morria de medo de ir pra a temida recuperação. Depois do primeiro ano eu superei isso, e enfim, na faculdade, quando eu prometi a mim mesma só notas boas e um período tranquilo, vem um professor carrasco sacana pra infernizar a minha vida. Bem, quem iria esperar que ele fizesse uma prova só com decorebas? Pois bem, agora eu estou estudando somente as decorebas. No meu caderno eu esquevi um resumo denominado: "Para decorar", contendo o conteúdo decorativo de cada capítulo da final.
Eu só queria que os papéis se invertessem e eu tivesse que corrigir a prova desse mamão. Aposto que na própria prova dele ele não tiraria nem 5.
29 de setembro de 2011

O Homem do Futuro


Fiz um programinha diferente hoje. Saí mais cedo da faculdade (aliás, to adorando isso de sair e chegar no hora em que eu quiser), me recusando a ver Laranja Mecânica (que eu pretendo ver de novo pra entender o porquê todos dizerem que o filme é muito bom, e alguma coisa deve ter pra ele ter ganho um Oscar) pra ir ao cinema com meus amigos. Ficou complicado usando tantos parentesis. O que eu queria dizer é, larguei mais cedo pra ir pro cinema com meus amigos. O filme escolhido foi O homem do futuro. A sala estava vazia, exceto por nós 4 e mais 3 indivíduos. Uma observação, o cinema do Plaza é MUITO melhor que o do Shopping Recife. A cadeira inclina um pouquinho, e eu nada matuta ficava empurrando a cadeira pra ver se ela deitava mais.
Adorei o filme. Eu já achava Wagner Moura O cara, e agora não tenho mais dúvidas. Enfim, ele faz o papel de um João, um infeliz que é chamado de Zero por todos. Na época da faculdade ele foi humilhado pelo amor da sua vida, Alinne Morais, e nunca superou isso. Vinte anos depois ele tenta criar uma forma revolucionária de energia e acaba voltando ao passado e tendo a chance de corrigir os seus erros. Mesmo já sendo comum essa história de querer voltar ao passado e mudar o futuro o filme conta a história de uma forma diferente.
O que me conquistou mesmo foi o filme ter incluído em sua trilha sonora a música de Renato Russo, Tempo Perdido. Eu já devo ter ouvido a música antes, afinal o refrão "Somos jooooovens" não me era estranho. A letra é linda e a música não sai da minha cabeça, seja essa versão cantada por Alinne Morais e Wagner Moura quanto a versão original na voz do próprio Renato. Link para a versão original aqui . Me emocionei muito, e quase choro. Sou muito besta mesmo. Mas é sério, a cena da música é linda.

22 de setembro de 2011

Ao infinito e além

Eis que estou eu, estudando filosofia, um capítulo chato sobre racionalidade. Lá estou eu, lendo sobre Hegel e Kant e do nada eu me deparo com Buzz Lightyear. Mais precisamente com o lema dele: "Ao infinito e além". Na verdade o autor usava isso para explicar uma forma de raciocínio dialético. Muito complicado para virar tema principal de um post no meu blog. O ponto que eu queria chegar é, como o meu livro conseguiu colocar um personagem de desenho animado da Disney no meio de Hegel e Kant?
Uma coisa que me confunde bastante quando eu estou estudando é que os assuntos de sociologia se misturam muito com os de filosofia. Marx, Weber, aparecem em todo canto. E eu ainda achei esse bendito Hegel hoje em psicologia nos processos grupais. Ai ai, tô adorando essas matérias mais "viajadas" digamos assim. Acho que eu me identifico. Tô adorando sociologia, de vez em quando eu me pego explicando os papéis sociais pra Arthur, ou então falando de algum assunto que eu tô gostando muito. Nem um pouco estranha eu.
14 de agosto de 2011

Primeira semana de aulas

Estou adorando a faculdade. Todo mundo sempre me disse que era muito diferente do colégio, que era ótimo, que eu iria adorar. Ainda tá muito cedo pra falar, claro. Ainda não comecei a ter trabalhos e ainda não tá muito "puxado". Mas esse período tem tudo pra ser completamente diferente do ano passado. A Camila responsável voltou. Comprei uma agenda pra anotar todos os meus compromissos, trabalhos, enfim, tudo. E eu estou estudando diariamente - acredite se quiser.
Nossa, achei tão diferente quando o professor faltou no último horário e os alunos começaram a ir embora. Como assim, nada de Coordenação pra barrar a nossa saída nem pedir autorização dos pais? Estou no paraíso.
Tenho um textinhos básicos de Sociologia e de Filosofia de umas 20 páginas. Mas beleza. Esse final de semana que eu pretendia terminar de lê-los mas não consegui sair do canto. Por que esses autores escrevem períodos tão grandes ein? Quando eu to no meio da frase eu já esqueci sobre o que era. Ai eu volto pro começo, mas paciência. Faz parte do processo.
3 de agosto de 2011

Faculdade, aí vou eu

Eu nunca tive com tanta vontade de ir pra a faculdade como eu estou agora. Esses oito meses parada me fizeram ver o ensino superior com outros olhos e agora estou super determinada pra fazer diferente na faculdade. Eu sempre quis ir pra UFPE, e me surpreendi com o resultado do vestibular, quando eu vi ao lado do meu nome escrito aprovado. Meu terceiro ano foi péssimo e eu não estudei quase nada. Mas mesmo assim, no fundo no fundo eu tinha esperanças de que eu pudesse entrar numa federal. Para os meus leitores que ainda estão no ensino médio: JAMAIS façam o que eu fiz. Eu ter entrado na federal foi pura "sorte", mas se eu pudesse voltar no tempo eu faria diferente. É isso o que eu tento passar para o meu irmão: não siga o meu exemplo!
Eu sei que eu idealizo demais minha faculdade. Já ouvi falarem de tudo: que as salas ficam alagadas em dias de chuva, que os professores faltam, que tem assaltos nas paradas de ônibus a noite, que os laboratórios não funcionam. Provavelmente assim que eu começar a estudar vou mudar de opinião e chegarei aqui xingando a UFPE inteira, mas agora estou super entusiasmada para ser uma estudante universitária.
No ano passado eu passei por uma fase em que eu pensava "pra que entrar na faculdade?" e eu me recusava a seguir o caminho "certo" digamos assim, não queria dar o próximo passo depois do colégio. Mas agora vejo que é besteira. Claro que hoje temos que escolher o que vamos fazer pro resto de nossas vidas com 16/17 anos. Isso me deixou confusa. E eu nem mesmo tenho certeza se é isso o que eu quero fazer. Mas uma coisa é certa, eu vou me empenhar bastante e se eu não gostar do meu curso, vou pra outro.Falar é fácil, claro.
Só sei que depois de tanto tempo parada em casa eu não vejo a hora de acordar cedo, pegar um ônibus lotado, conhecer pessoas novas e ESTUDAR. Fiquei super feliz quando saiu a minha grade curricular ontem, vi que eu vou pagar filosofia, sociologia e psicologia - as 3 que todo mundo odeia - mas eu não tô nem aí. Eu quero ser uma aluna exemplar e ponto final(quem te viu, quem te vê ein, Camila?!).